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PUDIM | 3/3/2010 |
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Nobres leitores/bebedores de todo o Brasil, o bar está lá naquela esquina há mais ou menos 30 anos. É tempo à beça e algo que conta a favor de qualquer boteco que se preze. Em Curitiba, boteco bom é o que não falta, mas o Pudim... Ah, o Pudim... O Pudim é uma beleza! Pra começar, é bom prestar atenção na hora que ele abre: sete e meia da matina! É mole? Boteco bom é assim, abre cedo, pega a rapaziada voltando da balada ou oferece um bom aperitivo pra quem quer começar o dia no grau (o que não é lá tão recomendável) ou ainda oferece a oportunidade de uma relaxada na hora do almoço. Aliás, a hora do almoço é concorrida. Mas pra comer mesmo o negócio são os bolinhos, de camarão, bacalhau ou siri, esse último um espetáculo à parte (num preço que vale muito a pena). Tomando uma cerva bem gelada, aí nem se fala. Tem gente que se arrisca nas apetitosas perninhas de rã. Tente. Tá certo que Curitiba não é lá uma capital muito quente, climaticamente falando. Mas a happy hour do Pudim é das mais animadas e concorridas. Talvez, como dizem por cá, a mais tradicional por essas bandas. O problema é a cerveja ser Kaiser (mas dizem que gelada vai também)... A freqüência é das boas também. Sem maurícios ou patrícias, o negócio é pra quem gosta de beber e falar besteira, jogando conversa fora, ou seja, coisa de botequeiro mesmo. Jornalistas, estudantes, casais, jovens e grupos de amigos disputam os quase 70 lugares dessa verdadeira referência curitibana. Ah, as curitibanas são maravilhosas... Não podemos negar que é um belo argumento. Só um detalhe: a hora de fechar é a hora de fechar. Não adianta esticar. Na hora marcada, as portas são fechadas e indica que você deve beber em outra freguesia. E voltar no dia seguinte, claro. |
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SERVIÇO |
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